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O Chupaporcas

(…) só chupava o grelo a gaijas porcas. não havia cá meninas virgens nem senhoras casadas, só se fossem porcas – o tipo de gaija que te deixa enfiar-lhe o dedo no cu e gosta, que a estás a lamber e grita, que diz “fode-me já, não aguento mais”, e tu chupas-lhe o grelo e lambes-lhe a ponta ao mesmo tempo e ela geme, tentas apalpar-lhe as mamas enquanto a chupas e ela “fode-me, porra”, e tu queres é que ela se venha na tua boca antes de a foderes, gostas que ela se venha assim, e de te lambuzares nela. Só fodia com gaijas porcas, das que se põem de gatas a chamar-te, das que gostam de ser fodidas em frente ao espelho, das que gostam de se ver a ser fodidas, a quem isso dá tesão, gaijas com quem até as fodas de amor são meio à bruta, e o que começa com meles acaba com um broche à garganta funda e um caralho no cu. A essas, chupava-lhes o grelo como um doido, perdido entre o sabor acre-doce e os gemidos e a respiração mais funda; há qualquer coisa no respirar das gaijas porcas, ou é no andar, ou no estar, há qualquer coisa que ele nunca soube o que é mas que faz com que saibas, mesmo antes de as foderes, só de falar com elas, que não importa o que pareçam, mães de família ou freiras, enfermeiras de aliança, professoras de liceu com os óculos na ponta do nariz ou empregadas de mesa com cintos de liga pretos debaixo das fardas coçadas de restaurante de bairro, ele há gaijas que tu sabes que eram gaijas para chupar.

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